Edição 53 da FACIM abre hoje em Ricatla


A 53ª EDIÇÃO da Feira Agropecuária, Comercial e Industrial de Moçam- bique (FACIM-2017), a maior montra para a ex- posição de produtos e potencialidades nacionais, arranca hoje, em Ricatla, distrito de Marracuene, na província de Maputo.


O Presidente da República,Filipe Nyusi, vai dirigir a cerimónia de abertura, segundo indica um comunicado da Presidência da República recebido na nossa Redacção.

Projecções do Ministério da Indústria e Comércio (MIC), entidade responsável pela organização do evento, que vai decorrer até ao próximo domingo, dia 3 de Setembro, apontam para a participação oficial de vinte e seis países, 540 empresas estrangeiras e 1409 expositores nacionais, enquanto o número de visitantes esperados é de cerca 86.421.

Durante a inauguração do certame, o Chefe do Estado, Filipe Nyusi, visitará alguns pavilhões em que estarão expostas as potencialidades de produção e de exportação nacionais, bem como do empresariado estrangeiro, irá ainda orientar a cerimónia de premiação dos maiores exportadores e investidores moçambicanos.

Sábado de manhã, o ministro da Indústria e Comércio, Max Tonela, visitou as instalações da FACIM, tendo no final, garantido a jornalistas que estão criadas todas as condições para o arranque do evento.
“Fizemos uma visita para conhecer de perto a realidade e constatámos, com satisfação, que estamos preparados para arrancar com a edição deste ano”, disse MaxTonela.

A FACIM, tal como outras feiras internacionais que se realizam pelo mundo, reveste-se de um papel fundamental na dinamização das empresas e das economias dos países, servindo de um instrumento para a internacionalização de marcas ou produtos.

É nesse âmbito que a FACIM 2017 se propõe criar diversas facilidades que possam apoiar aos expositores a estabelecer parcerias ou rubricar acordos comerciais, tendo a organização, neste contexto, agendado interacções entre os participantes através de bolsas de contactos e seminários temáticos nos quais serão debruçadas matérias de interesse económico e empresarial.

“Esperamos que os expositores nacionais tirem proveito desta oportunidade para desenvolver parcerias e poderem alargar o leque de produtos que Moçambique exporta, pois é nossa intenção ver as empresas a servirem, de facto, como instrumento de desenvolvimento”, frisou Max Tonela.
Este ano a feira decorre sob o lema “Fortalecendo as Parcerias de Investimento Nacional e Estrangeiro em Moçambique”. A Bielorrússia, que participa pela primeira vez no certame, pode juntar-se, deste modo, ao grupo de países já tradicionais, como Portugal, Alemanha, França.
Reino Unido, Espanha, Brasil, África do Sul, Angola, Botswana, Tanzânia, Tailândia, Coreia do Sul, entre outros.

Fonte: Jornal Notícias

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